Adilson bate o recorde de partidas pelo Cruzeiro em Copa Libertadores


Adilson Batista atingiu uma marca histórica na noite desta quarta-feira, na vitória por 2 x 0 do Cruzeiro sobre o Universitario Sucre, no Mineirão. Com 14 partidas à frente do Clube na Copa Libertadores , o comandante estrelado passa a ser o técnico que mais dirigiu o time estrelado na competição.

Adilson superou as marcas de dois treinadores que já conquistaram o título continental pela Raposa, Zezé Moreira em 1976 e Paulo Autuori em 1997, ambos com 13 partidas. O atual treinador celeste é também o único a comandar o Cruzeiro em duas edições do torneio.

Com o triunfo desta quarta-feira, Adilson Batista chega à marca de oito vitórias, três empates, e três derrotas na Libertadores. São 26 gols a favor e 15 contra.

“Primeiro gostaria de agradecer o empenho, a dedicação, a estrutura, os conselhos que recebi de muita gente. Não é fácil trabalhar em Clube como o Cruzeiro, pela cobrança, a exigência, os objetivos que nós sabemos das dificuldades para conquistar”, afirmou.

“Fico contente, conheço um dos que ultrapassei que é o Paulo (Autuori). Seu Zezé (Moreira) infelizmente eu não era nem nascido. É uma marca importante”, completou.

Assim como os atletas, o treinador citou o crescimento da equipe na segunda etapa. O treinador explicou o que foi cobrado no intervalo da partida e que suscitou a melhora no rendimento e consequentemente a vitória.

“Nós tivemos um pouquinho de dificuldade no primeiro tempo, não aceleramos, fomos desatentos, marcamos errado, não fizemos ultrapassagens e criamos muito pouco. Chamei atenção no intervalo de que fomos a 2.850m (de altitude) e jogamos, tivemos personalidade e um volume maior (de jogo). Estávamos em casa com o apoio do torcedor, que foi fundamental, sobretudo no segundo tempo, e eles resolveram arriscar e jogar”, explicou.

Adilson Analisou o papel da torcida que, sobretudo no segundo tempo, cresceu com o time e foi, para o comandante fundamental para a conquista dos três pontos.

“O torcedor tem que fazer o que ele fez. Apoiar, incentivar, gritar, aplaudir. Jogos de Libertadores são difíceis. O que nós alertamos é que não podia ter aquela apatia, sonolência, não dar velocidade, não trabalhar pelos lados do campo. Temos que saber sair da marcação. Essa é a intenção. No segundo tempo, eles melhoraram e foram merecedores”, concluiu.

Fonte: Site oficial do Cruzeiro