Jogada de classe

Há um tempo, o Cruzeiro era o time que carregava o jeitinho brasileiro de tocar a bola. Passes bonitos e rápidos estampavam o entrosamento da equipe, sobretudo, no meio de campo. Porém, a história mudou, e atualmente o nosso problema é exatamente a falta de todos esses elementos citados.

Uma saudade amarga

Nação celeste, durante esta semana, procurei motivos para entender a razão do presidente cruzeirense continuar a apresentar uma postura passiva diante do que estão fazendo com o nosso Cruzeiro. Pedi aos céus, em períodos longos de orações, que não permitisse que meu coração, mesmo que por um décimo de segundo, sentisse falta do senador, que levou até os últimos centavos dos cofres da Toca.

Eu não voto azul, VOTO AZUL

Eu sou CEC, por isso voto em X… Eu sou CAM, por isso voto em X… Duas motos, uma do lado da outra, torcedores dos maiores adversários em Minas, informavam nos seus adesivos que votavam no mesmo candidato. Os mesmos que não conseguem se olhar na cara, que nos últimos tempos impediram a realização do clássico com as duas torcidas, manipulados pela propaganda de ‘estamos todos unidos’.