Piazza, Dirceu Lopes e meu pai

   Meu pai era menino. Tinha lá seus sete ou oito anos quando achou uma fresta na janela do vizinho e espiou. Espiou e se encantou. A tal ponto que a cena que viu ali, na TV da casa alheia, mudaria para sempre a sua vida. E a do seu filho, que só nasceria quase

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Dirceu Lopes coadjuvante?

Na sua coluna de hoje, na Folha de São Paulo, Juca Kfouri exaltou os times de Minas. Fez com propriedade e qualidade, como de praxe. Uma frase, no entanto, me chamou a atenção. Escreveu ele: “Surgiram Tostão e companhia, um Cruzeiro tão estelar que tinha Dirceu Lopes, dos maiores gênios do nosso futebo, como coajuvante”.

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Vaias ao Montillo? Por quê?

Antes é preciso dizer que, no estádio, o torcedor tem liberdade para vaiar ou aplaudir. Você pode até não gostar dos que vaiam, chamá-los de cornetas quando o alvo é um jogador do próprio time ou de ingratos quando o repúdio direciona-se a um ex-jogador do clube. Enfim, você pode reprovar os que se comportam

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Vaias ao Montillo? Por quê?

Antes é preciso dizer que, no estádio, o torcedor tem liberdade para vaiar ou aplaudir. Você pode até não gostar dos que vaiam, chamá-los de cornetas quando o alvo é um jogador do próprio time ou de ingratos quando o repúdio direciona-se a um ex-jogador do clube. Enfim, você pode reprovar os que se comportam

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Tríplice Coroa

Tríplice Coroa do Cruzeiro

A China Azul estava em êxtase graças às últimas conquistas do seu time. Em 1996, após a final contra o Palmeiras, pela Copa do Brasil, a torcida recebeu os vencedores, que voltavam da capital paulista, em numero recorde nas ruas da cidade. O carro de bombeiros que levava os jogadores bicampeões estava rodeado por mais

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Cruzeiro o Campeão da Década

A torcida celeste voltou a comemorar títulos na década de 90. E foram muitos: duas Supercopas, duas Copas do Brasil, uma Libertadores, uma Recopa, uma Copa Ouro, uma Copa Master, uma Copa Centro-Oeste, duas Copas dos Campeões Mineiros e seis Campeonatos Estaduais. Sem falar em outros títulos de menor expressão, como o Troféu Wilson Piazza

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Cruzeiro e a Década Perdida

O segundo período de crise financeira do Cruzeiro foi entre os anos de 1981 a 1986. A era foi chamada de “Era Bendelack – Tobí”, devido à contratação, em 1982, desses dois jogadores, o primeiro era um lateral direito, o segundo um armador. Isso não quer dizer que os dois foram responsáveis pelo período de

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Cruzeiro e a Conquista da América

Evaldo, atacante do timaço da década de sessenta, declarou que até os treinos da Raposa lotavam naquela época. “Um simples rachão era motivo para a torcida lotar o centro de treinamento”, declarou ao diário Lance. E tamanha euforia não era para menos, o time vinha jogando cada vez melhor e a hegemonia no futebol mineiro

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De Palestra Itália a Cruzeiro

O Cruzeiro Esporte Clube surgiu de um antigo sonho da colônia italiana de Belo Horizonte de fundar uma associação esportiva que a representasse. Em dezembro de 1920, aproveitando a presença do cônsul da Itália em Belo Horizonte, vários desportistas da colônia resolveram levar a idéia da criação de um clube de futebol. No dia 2

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Cruzeiro em uma nova era

O melhor time da era Palestra foi o do ano de 1928. O esquadrão era formado por alguns jogadores do futebol paulista: Osti, Morganti e Carazo (titulares) mais Gutierrez e Moragantinho. Ao lado deles estavam Geraldo, Nereu, Rizzo, Nininho, Bengala, Piorra e Armandinho. Esse foi um dos times mais ofensivos e bem armados da fase

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