Empate meio-amargo, liderança doce - Cruzeiro Esporte Clube - Fotos: Juliana Flister / Vipcomm

12 ago Empate meio-amargo, liderança doce

Empate meio-amargo, liderança doce - Cruzeiro Esporte Clube - Fotos: Juliana Flister / Vipcomm

O cenário estava perfeito para uma vitória. Mineirão com bom público, Botafogo tropeçando no dia anterior, Coritiba sofrendo gol aos quatro minutos em casa, o que selaria sua derrota, Santos em crise técnica... Tudo parecia se encaixar para que o Cruzeiro vencesse e se distanciasse dos adversários diretos ao título.

Só parecia. Pois em campo, o time não correspondeu à expectativa dos mais de 27 mil pagantes que compareceram ao estádio. A escalação de Martinuccio não chegou a surpreender, já que durante a semana Marcelo Oliveira treinou bastante essa formação, embora tenha testado Lucca e Willian na posição.

Mas, assim como o restante do time, o argentino não conseguiu render o esperado. Na primeira etapa, o Cruzeiro abusou dos passes errados e não conseguiu encaixar lances de perigo contra a meta de Aranha. Nos comentários da narração, Bob Faria disse erradamente que a Raposa estava vacilando no último passe, o que não era o caso. Os erros foram constantes, e não só no último passe, na assistência para a finalização.

A melhor jogada do primeiro tempo foi do Santos, logo aos dois minutos. Em bola cruzada da esquerda, Henrique cabeceou no canto esquerdo e Fábio defendeu espalmando para o lado. Depois disso, o Cruzeiro equilibrou o jogo, mas sem levar grandes perigos ao gol adversário. O jogo truncado no meio-campo ficou ainda mais amarrado pela fraca atuação fraca do árbitro, que paralisava o jogo a todo momento para alertar os jogadores.

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Empate meio-amargo, liderança doce - Cruzeiro Esporte Clube - Fotos: Juliana Flister / Vipcomm

12 ago Empate meio-amargo, liderança doce

Empate meio-amargo, liderança doce - Cruzeiro Esporte Clube - Fotos: Juliana Flister / Vipcomm

O cenário estava perfeito para uma vitória. Mineirão com bom público, Botafogo tropeçando no dia anterior, Coritiba sofrendo gol aos quatro minutos em casa, o que selaria sua derrota, Santos em crise técnica... Tudo parecia se encaixar para que o Cruzeiro vencesse e se distanciasse dos adversários diretos ao título.

Só parecia. Pois em campo, o time não correspondeu à expectativa dos mais de 27 mil pagantes que compareceram ao estádio. A escalação de Martinuccio não chegou a surpreender, já que durante a semana Marcelo Oliveira treinou bastante essa formação, embora tenha testado Lucca e Willian na posição.

Mas, assim como o restante do time, o argentino não conseguiu render o esperado. Na primeira etapa, o Cruzeiro abusou dos passes errados e não conseguiu encaixar lances de perigo contra a meta de Aranha. Nos comentários da narração, Bob Faria disse erradamente que a Raposa estava vacilando no último passe, o que não era o caso. Os erros foram constantes, e não só no último passe, na assistência para a finalização.

A melhor jogada do primeiro tempo foi do Santos, logo aos dois minutos. Em bola cruzada da esquerda, Henrique cabeceou no canto esquerdo e Fábio defendeu espalmando para o lado. Depois disso, o Cruzeiro equilibrou o jogo, mas sem levar grandes perigos ao gol adversário. O jogo truncado no meio-campo ficou ainda mais amarrado pela fraca atuação fraca do árbitro, que paralisava o jogo a todo momento para alertar os jogadores.

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