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O Cruzeiro Esporte Clube surgiu de um antigo sonho da colônia italiana de Belo Horizonte de fundar uma associação esportiva que a representasse. Em dezembro de 1920, aproveitando a presença do cônsul da Itália em Belo Horizonte, vários desportistas da colônia resolveram levar a idéia da criação de um clube de futebol. No dia 2 de janeiro de 1921, foi fundado oficialmente a Societá Sportiva Palestra Italia.
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O Cruzeiro foi fundado em 2 de Janeiro de 1921 com o nome de Societá Sportiva Palestra Itália. Na ocasião, estavam presentes 76 participantes de uma entidade que apoiava os direitos dos italianos no Brasil, a Casa di Itália, na rua Tamóios, no centro da capital minera.
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O melhor time da era Palestra foi o do ano de 1928. O esquadrão era formado por alguns jogadores do futebol paulista: Osti, Morganti e Carazo (titulares) mais Gutierrez e Moragantinho. Ao lado deles estavam Geraldo, Nereu, Rizzo, Nininho, Bengala, Piorra e Armandinho. Esse foi um dos times mais ofensivos e bem armados da fase amadora do Cruzeiro.
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O Cruzeiro entrou em uma grave crise financeira que começou em 1946 e só foi terminar 12 anos depois. Os motivos da desvalorização foram vários, desde a constante premiação de atletas até a reforma do estádio, na qual os recursos do clube não foram levados em conta.
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De todos os gloriosos anos celestes, aqueles que encantaram mais a torcida cruzeirense foram os comandados por Tostão, Dirceu e Evaldo, durante a década de sessenta, mais conhecida como Era Academia
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Evaldo, atacante do timaço da década de sessenta, declarou que até os treinos da Raposa lotavam naquela época. “Um simples rachão era motivo para a torcida lotar o centro de treinamento”, declarou ao diário Lance.
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Galeria de fotos dos 89 Anos de Títulos do Cruzeiro, o Guerreiro dos Gramados.
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O segundo período de crise financeira do Cruzeiro foi entre os anos de 1981 a 1986. A era foi chamada de “Era Bendelack – Tobí”, devido à contratação, em 1982, desses dois jogadores, o primeiro era um lateral direito, o segundo um armador.
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A torcida celeste voltou a comemorar títulos na década de 90. E foram muitos: duas Supercopas, duas Copas do Brasil, uma Libertadores, uma Recopa, uma Copa Ouro, uma Copa Master, uma Copa Centro-Oeste, duas Copas dos Campeões Mineiros e seis Campeonatos Estaduais.
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A China Azul estava em êxtase graças às últimas conquistas do seu time. Em 1996, após a final contra o Palmeiras, pela Copa do Brasil, a torcida recebeu os vencedores, que voltavam da capital paulista, em numero recorde nas ruas da cidade. O carro de bombeiros que levava os jogadores bicampeões estava rodeado por mais de 100.000 fanáticos cruzeirenses.
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