12 mar Bastidores: entenda o que fez Adílson Batista permanecer no Cruzeiro


A quinta-feira começou agitada na Toca Raposa após a derrota por 2 a 0 frente ao CRB; pela terceira fase da Copa do Brasil. Isso porque, na manhã de hoje (12) uma reunião foi feita entre os membros do Conselho Gestor do clube para discutir a permanência ou não do treinador no Cruzeiro; já que os resultados do clube não são os melhores a as atuações menos ainda.

Ao término dela, ficou previamente decidido pela demissão do treinador, que seria comunicado no fim da tarde sobre a decisão dos gestores. Mas, a ideia não deu muito certo, já que a informação foi vazada e divulgada pelos mais diversos meios de comunicação.

 Investidor é fator chave da permanência do treinador

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No entanto, a situação não terminou por aí. Horas após a notícia da demissão ter sido confirmada, uma nova reunião foi convocada e o desfecho foi totalmente contrário ao que já havia isso decidido. Nesta nova reunião, Pedro Lourenço, dono do Supermercados BH e patrocinador master do Cruzeiro teria pedido a permanência do treinador; afirmando “não ser o momento certo para demissões”.

Obviamente, a decisão não foi tomada exclusivamente pelo empresário, mas é fato que sua opinião e pedido fez com que outros membros do Conselho o apoiassem; escancarando as divergências de pensamento que há internamente no clube. Vale lembrar; que Pedrinho não apoiará a Chapa de Emílio Brandi (apoiado pela maioria do Conselho) nas eleições para presidente da Raposa em 21 de maio.

Ainda de acordo com a apuração feita pelo Guerreiro dos Gramados, Pedro Lourenço acha que seja válido esperar o fim do Campeonato Mineiro para definir o futuro de Adílson. Entretanto, caso os resultados sejam negativos daqui em diante para demitirem o treinador; o Cruzeiro já terá sido eliminado da Copa do Brasil e não terá se classificado para às semi-finais do Mineiro.

Gestor do Cruzeiro afirmou que Adílson ainda não pode ser cobrado

Ainda nesta quinta-feira, o gestor de futebol do clube, Carlos Ferreira Rocha, afirmou que “Adílson ainda não teve aquele time cascudo que nos permitiria que ele fosse cobrado desse modo”. Além disso, o interlocutor disse que respeitam a insatisfação da torcida e que, de fato, os resultados não são bons, mas que não é o momento de trocá-lo.

O fato é que esta quinta-feira evidenciou rupturas no Conselho Gestor do Cruzeiro que muitos achavam que não haviam. Mas, é preciso lembrar que dentro de alguns dias a Raposa estará passando por novas eleições e cada membro tem seu candidato “preferido”. Ou seja, mais uma vez pode ser que a política esteja falando mais alto que o bem do clube.


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